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segunda-feira, 3 de março de 2014

SALA DE JANTAR


Ah! Aquela sala!
Cheias de lembranças e pratos quebrados.
De conversas afiadas em versos sólidos.
Será um verso meu?

Lembranças do copo vazio.
No qual certo alguém bebeu.
Um pouco do líquido corroído.
Será um verso meu?

Não senti o gosto daquele andar.
Nem daquela sala de jantar.
Mas menti para mim mesmo sobre o lugar.
Será um verso meu?

Nada de mais ocorreu.
Um simples jantar vazio e pronto.
A comida vazia que se tornara grandiosa.
Nas rimas sem rimas daquele dia.
Será um verso meu?

Não sei mais nada.
Sei apenas sobre aquela sala.
Mas me pergunto até agora.

Se todos esses versos são meus.

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