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sexta-feira, 28 de março de 2014

CAFÉ SEM GLÓRIA






Memória.
Casta memória.
Memorando a glória.
Suportando a dor para se chegar a glória.
Glorioso ofuscar das imagens.
Originou o prodigioso ofuscar das imagens.
Imaginando a função da mente.
Desencadeando a imaginação à favor da mente.
Mentindo para si mesmo na expectativa das proezas grotescas.
Desequilíbrio de si mesmo nas proezas grotescas.
Influenciando suas questões de amores castrados.
Um grande mal na proibição da união de amores castrados.
Orgulhosos manifestantes da arte de amar.
Mas não tão orgulhosos nas tristezas de não saber a arte de amar.


Café.
O mérito do café.
Santa magnitude das abrangências da fé.
A postura da fé.
A onipotência de se manter no poder da santa sé.
E eu bebo desse café.
Mas não sinto o doce do açúcar.


Ignorância.
Abrangência infindável da ignorância.
Na qual invade inapropriadamente e causa angústia.
Somente tomando doses de verdade para desconduzir a angústia.
Angustiado coração que não se atreve se submeter a castidade.
Tomando diversos amores sem destino, sem se submeter a castidade.
E ainda não sinto o doce do açúcar.


Café amargo.
Bebo desse café amargo.
Experimento o ardor de seus sentimentos platônicos.
Pobres seres que sentem as angústias dos sentimentos platônicos.
Pois de todo amor que se entregam diante o invisível destemperado.
Sofrem demasiadamente devidas circunstâncias do invisível destemperado.
E ainda não sinto o doce do açúcar.

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