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domingo, 20 de outubro de 2013

PRESA CAPITAL




A camada da pele que subtrai substâncias.
Chama calada o ar que inspira.
Traga informações, contingentes para as células.
Corpo frio na febre sentida.





Corte fino para aproveitar a dor.
Derrama sobre a camisa branca de marca importada.
Pois de importância não sobrou tecido prestável.
Apenas a dor do sangue sentido.


Afiada a lâmina entristecida ao cortar.
A pele morta no colorir carismático.
Socialite faz dança para seu dinheiro voltar.
Empresário colarinho branco com doentio sorriso amarelo.


Assinatura canibal de presas capitais.
Sugerem a compensação de corpos na balança comercial.
Favorável na destituição de déficits de atenção...
De investimentos e indústrias...
Com hiperatividade.

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