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domingo, 14 de julho de 2013

SÍNTESE DO AGORA



Vim dizer que ventos inquietantes estão batendo na minha porta.
Que eternos sentimentos se desvairaram perante todo o momento.
Perdi todo o rumo do qual um dia quis ficar.
Pois o eterno som dos ecos oriundos de rios distantes.
Fazem de todo sopro.
O mar de todas as causas de difíceis soluções.
Pois de minha casa, daqui uns dias não estarei mais.


Procuro incessantemente uma casa para alugar.
Daqui não queria me mudar.
Pois daqui eu terei de sair.
Faço da música algo que ninguém pode roubar.
Da minha poesia que digo além mar.
E durmo para que o outro dia possa ser mais brando quando o meu olhar cair.


Sem dizer uma palavra.
A sensação de decompor o sentimento.
E compor em palavras.
Se torna árdua tarefa para assuntos cotidianos.
Pois do normal corriqueiro dinheiro.
Foge de nossas mãos em meio a contas do ano inteiro.
O fatídico olhar das causas de nossas fraquezas.


Caminho para semanas com toques de fraqueza.
Mas ergo enquanto o novo me põem medo, porém, clareza.
De que tudo não é conforto.
E também, nem tudo é projétil disparado contra minha cabeça.
Nem tudo é solidão como se era certeza.
E que nada era acaso quando o novo me propôs amadurecimento de modo calado.



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