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sábado, 6 de julho de 2013

RÉQUIEM DE UM TEMPO






Gostaria de expressar em palavras todo ardor de sentimentos.
Sentidos como poesia em sua verdadeira forma.
Pois de poesias são feitos os pássaros que alçam voos maiores.
E de suas imperfeições criam as mais belas palavras.


Não me importo se seu riso foi de fato condescendente.
Mas me foi o mais verdadeiro possível quando a falta de voar me fez sentir a brisa.
De um toque leve de sentimentos inexploráveis por falta de conhecimento.
Não se fazendo de alvo decadente.


Alce voos maiores.
Pois de sua dose se fez o acalmar dos meus ânimos.
De saberes tristes, de vozes em anis.
E de colorir saudades.


Me deixou como audácia de seu amor de primavera.
Aquele campo no qual marcou saudade.
De seu beijo ardente e de seu olhar confortável.
Que me expressou no desejo de me tornar calmo.
Um elo de prioridades.


Aquela cachoeira de saudades fáceis.
Me fez de um rumo claro o constante movimento das notas.
Pois conjugamos juntos o verbo amar naquela nossa clandestinidade.
Pois os tempos não nos era favorável.
E lá se foi nosso hino de clamor caçado.


A princípio, não soube descrever sua alma fatigada.
Pois de seus movimentos impostos pelo familiar gosto dos sentimentos.
Onde tudo o que você sentia era medo.
E o que eu sentia era clandestinidade.


Seus olhos me lembraram do nada
E do tudo.
Do tempo que nos foi propício.
Do tempo que nos foi marcado.
Nas arestas do tempo da Itália.
Ou de alguma cidade no interior da Suíça.
Pois de tudo era um pouco daquilo que me marcou época.
Que me marcou estoicismo.
Que me marcou saudade.
Que demarcou território.
Pois de tudo lhe era paixão.
E por mim.
Necessidade.


Exaltado me era simples.
De tudo seu sorriso era girassol.
Pois você acompanhava claramente o sol.
O mar daquelas causas secundárias.
E minha poesia.
Somente minha poesia.
Foi demarcada.
Apenas.
Saudade. 

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