onselectstart='return false'

Translate

sábado, 6 de abril de 2013

ALGUNS DIAS EM DACHAU

Nas colunas magistraturas dos céus enriquecidos.
Princípios realocados como semblante aos feridos.
Uma paz jorradora de sangue em nome de semblante voz.
Tornou rítmica a opressão caladora das fagulhas sensoriais.
Vítimas enjauladas perante pactos colocados em governos laboratoriais.
Nas grandes chances de se viver em cena, ser manipulado em palco ou foz.





Castrou-se hinos flagelados com ódio mortal e singelo fatalismo.
Odes modernas, nacionalismos exacerbados em sangue e religião humana.
D´onde a dor é física, e o espiritual torturado.
Onde as coisas por si só realmente se parecem só sem possuir o "para si".
A nota sem o acorde.
E a porra da opressão.
O caralho do totalitarismo.
A porra da ditadura.
A tortura, flagela, foi lícita.
É lícita, usual, suprema, estado de sítio.
Polícia, choque, morte, traficante e morro.
Cocaína, cheira, crack, forte o impacto na sociedade.
Cânticos ideológicos, marchas homofóbicas, radicais islâmicos.
Radicais.
Esportes radicais ao matar os impuros.
Infiéis.
Férias em Dachau.
Fascismo dedicado a nova ordem mundial.
Supremacia do olho que tudo vê.
O olho que tudo vê.
E que o povo tende a acordar.
Pois ao pouco acordamos.
E somos torturados novamente.



Menina afegã que teve o nariz cortado.
Também cortaram nossos narizes.
Mulheres que pariram eletricidades nos tempos de chumbo.
Somos filhos da eletricidade.
Onde a revolução carregava uma revolta.
Geração Coca-Cola, 100 reais, Igreja Universal e BBB 100000000.
Hoje, sem motivos e sem ação.
Não sabemos pelo o que lutar.
Não sabemos ao menos pelo qual mundo lutar.
Por esse lixo que nunca dá jeito.
Estupro. Índia. Uma mulher. Trinta homens.
Corte. Nariz. 19 anos. Marido.



World Trade Center.
Teorias da conspiração.
Jean Charles de Menezes.
Terrorista. Terrorismo.
Nos desculpem, confundimos com um terrorista da puta que pariu.
Mídia.
Mídia.
Guerra ao terror.
Medo.
Medo.
Jean Charles de Menezes World Trade Center Talibã Área 51 Comunismo Guerra Fria Coréia do Norte quer atacar Estados Unidos Estupro Índia Fome Miséria Água Cade a água? Índios de Dourados Índios morrendo de fome em Dourados Terena Guarani Kaiowa






Índios perdendo terra.
Se matando por não terem expectativa de vida.
E dançam em ritmo acelerado para receberem a pinga.
Dão tiros nas próprias cabeças para ver o sangue espirrar e ver o vermelho que nunca mais viram de suas terras.
Ritmos torturados.
Histórias dilaceradas.
Corações despedaçados.



PAZ MUNDIAL - CONCEITO DESATUALIZADO (Error 404)




Crianças bonecos... (error 404)
Deep Web








Onde o mecanismo de letras é robótico.
A poltrona é robótica.
A tv é robótica.
Os livros estão sendo ampliados robóticos.
Capitalismo é robótico.
O cu é robótico.


O amor se extinguiu.
A paixão de Cristo virou filme.
E a vida tornou-se sem graça.


MANIPULAÇÃO EM MASSA H1N1 NÃO EXISTIU GOLPE DA MÍDIA COM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MEDO E VACINAS DÃO MUITO DINHEIRO CLUBE BILDERBERG CONTROLE MUNDIAL HAARP FURACÃO KATRINA FOI PROVOCADO EDIR MACEDO É FODA
A CULPA TODA NOS BIN LADEM ESTÃO NA MODA
E O PAPA É POP
VATICANO É POP
E A POLÍTICA É DINHEIRO
NÃO SOCIEDADE
PODER
CORROMPIDO
RITMO ESCATOLÓGICO
VAMOS VIVER
NESSE MATRIX
ASNDGJAOSIDJGKASDJFOIAMSDJGAÇSD
ASDLGNAÇISDJFAÇDKLSFDSFAS LETRAS NÃO FAZEM MAIS SENTIDOADKLSHFADOCARALHAQUATROMILÍCIASÉNOISMANOQUETOMACONTADESSEPAISFODIDOOISDGJALSDÇFJASDIFJAÇSDFAKDSFA O MUNDO PERDEU A NOÇÃOLSDJFIÇLASDJOÇAISJDFANTÔNIOBICALHOLANADOPS/SP

Espaço Desconhecido
Violência gratuita.
E vamos festejar pois muito temos que festejar.
Pois vivemos na mentira.
Enquanto o sangue jorra.
Vamos...Pulem a vontade!!!!



Mas finjo que tudo está certo.
Faço poesias com rimas, que talvez seja mais correto.
Estabelecer alguma coisa pra não ser caçado mais tarde.
Pois opiniões existem.
As provas estão ocultadas.
E, graças as palavras.
A poesia existe.
Posso ser considerado apenas louco.
Apenas poeta.
E dormir como se nada estivesse acontecendo.
Irei acordar amanhã.
Olhar para  o céu.
E continuar nessa caminhada como gados humanos.
Indo para o abate.



Nenhum comentário:

Postar um comentário