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segunda-feira, 18 de março de 2013

ATÉ QUANDO?



Soube soletrar minhas desinências cognitivas.
Nas entranhas do fantasiar das carícias.
Minúcias esperam o retorno dos detalhes.
Esperam o centeio afagador dos milagres.
No ensaiar de se viver sem um roteiro fixo.


Gostaria de te tomar como cálcio.
Para fortificar meus ossos retraídos pelo vento.
Sendo a osteoporose adepta ao tempo.
Contendo um amar da mesma maneira fugaz.


Frenético percalço, desorientado sentimento.
É culpa salientada de enfermidades de carências.
Loucos transeuntes de vias estaduais.
Sentimento louco procurando sentido.


Coração certificado e com garantia de origem.
Serve como pseudônimo dos inúmeros enquadramentos.
Do estado psicológico abalado pelos remorsos.
Condizente então com o lado humano da coisa.
Fazendo-se carne o sentimento exposto.
És resultado da ansiedade e da falência.


Fatídicas expressões de olhares moralistas.
Exaltou-se como arte moderna.
Enchendo o peito com orgulho declarado.
Fazendo-se da violência um ato bastante discutido.
E o amor?
Pouco falado.


Falar sobre sentimentos...
É algo que não está cabendo nas mentes infectadas.
Sendo colocada como motivo de piada.
Demonstrar o amor em gestos e letras.


E nasceu-se assim a guerra.
A injúria.
A falta de perdão.
O ódio em formato de bala.
O pecado em notas de bombas.
Tornou-se a osteoporose das guerras elaboradas.
E mundiais.


E ainda...
Te necessito como cálcio para fortificar a alma.
E tiros são discutidos na plateia da infâmia.
Enquanto o distante se finge seguir.
E o perto se fazer de acordado.


Mas logo.
O sentimento irá voltar para o coração das pessoas
Guerra entre países e sentimentos irão se acalmar.
E fazer desse ódio um mero monstro entristecido.

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