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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Vodka - Prelúdio

"A tristeza me recobre. E mando a bebida garganta abaixo. Peço uma bebida forte. E que venha rápido, para adquirir a garra e o amor de continuar" Bukovski



Eu ouvi vodka, tenho certeza...
Você disse algo a respeito sobre álcool.
E eu te dou a devolutiva.
Sobre o apaziguar das "mentes confusas".
Sobre o apaziguar da chama dos infernos astrais.
Desse infinito guardado em uma garrafa de absinto.
Onde a sociedade sofre com o mal dos males.
Da ignorância coletiva.

Simples torcer por âmbitos bêbados, passivos de ações ou de erros calculados. Esperam que a nota sobre escândalos sejam profanadas pela mídia. Seja profanada pelo simples ato de conjugar termos como "aterrorizar" ou, simplesmente, "comprar". A subsistência valeu-se afetiva pelo súbito desejo de possuir, onde o sentir não é mais sentido, e o amor se compra em qualquer loja de R$ 1,99.

Sirva-me mais um copo.
Essa noite vai ser longa.
Pois o homem desistiu da própria vida.
Sendo que o dia mal nasceu para as conquistas do amanha.
Perante o desejo de se fazer seja algo niilista.
Algo sútil perto do fazer sentir.
Sem perceber o quão ridículo se faz ao pensar no amanhã.
Mas isso é apenas mais um momento de reflexões.
Mais tarde eu retorno para o ponto real da conversa....

Onde praticamente tudo estará perdido.
Entre um ou dois copos de maledicências.
Escândalos.
E vodka...

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