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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sede de você



Como o vento se desdobrou para me explicar o seu ar.
Sendo sua ausência certa súplica de se sentir em paz.
No momento em que o verso se calou perante a tempestade.
E o frio se instalou nos vilarejos esquecidos.

Semblante luz, clareia inocência.
Doce véu, árduo, remanescente, incendeia.
Frio unânime, súplicas ao desespero.
Canção de exílio da alma em pleno vazio, rasteja.

Entre paixões correspondidas com ares de necessidade.
Onde o sentimento fora demonstrado como frio ou castidade.
Para não se sentir sozinho no mundo feito de criações.
Mentais ou de puras aparições.
Daquele sol do qual você mostrou em plena madrugada.

Aquela nuvem do fim da estrada.
O gotejar da capacidade da chuva em se mostrar no domínio.
Foram situações fora de cogitações.
Sem nenhuma interpretação.
Quando a sede de água passou a ser você.

Semblante luz, clareia inocência.
Doce véu, árduo, remanescente, incendeia.
Frio unânime, súplicas ao desespero.
De uma sede insaciável que me fez beber do sangue.
O próprio gosto do desespero.

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