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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Pseudo - Sociedade




Careces de atenção pelo ego que afaga.
No súbito subterfúgio para o calor que traga.
Na calúnia mente falecida por motivos óbvios.
Na textura dos seus dedos que és a textura do meu medo.
No coração interrompido pela intervenção de algum segredo.
Levara o antigo corpo para o covil das almas e dos óbitos.


És a semente calejada na terra.
Sentida e estremecida nas bases da estratosfera.
Onde o calor do fogo alforriou o frio da noite.
Leve como textura feita da multidão de fatigados.
Geradores de opiniões, de textos e artigos fracassados.
Da sua boca que não mereceu ser beijada pelo amplo desejo, e sim, pela foice.


A nuvem repreendida por questões filosóficas.
Do céu, do vazio e de falsas mentes filantrópicas.
Na sociedade que se perdeu sobre sua própria ilusão.
A vida surpreendida pela dor de alguma paixão.
E que Augusto, Césares e anjos.
Serviram como exemplares para os mais célebres arcanjos.


O vento que fez do tempo um momento esclarecedor.
No gramado limpo estabeleceu-se o cobrir das pedras de dor.
Marcadas pela sua sutil violência da falsidade.
Em estabelecer certos desejos.
E inibir iniquidades.


Os montes derradeiros do verdadeiro suplício.
É silício da alma que tortura o lícito.
Que transforma o plácido em ácido.
O bruto e o acaso.
Em obras do divino?!


Faz da tua essência medo do prazer.
Para que Baphomet não a busque no terreno.
Para levá-la ao supremo sereno.
Dos agudos ápices das dores do anoitecer?!


Lembro-me agora dos Templários.
Queimados pela Igreja e pelo louco Felipe.
Que fizeram do maldito riste.
O cuspi nas próprias hastes do inferno.


Lembro-me de Nietzsche.
Ao relembrar o niilismo.
Que tornou seu cataclismo.
O impacto da vida futura.
A negação do passado.
E no atual pseudo-urbano.


E que a tua carne não seja errante.
Apenas retrato do seu prazer mundano.
Pois de carne somos feitos.
Desse mundo profano?!


Façamos o favor de renegar o ceticismo.
Largar todos os outros tipos de “ismos”.
Para fortalecer de louvores e gritos sopranos.
E que de sangue somos compostos.
Carbono, dinheiro, amônia e outros entrepostos da composição.
Que seja estabelecida o esquentar dos corpos.
Do nosso prazer existencial.
Da existência proposta.


Vivemos nesse mundo ensanguentado.
Onde a sede e a fome são nossos inimigos declarados.
O guerrear pelo petróleo que percorre a veia econômica.
Implora para que o dinheiro corra solto.
Em uma câmara de gás capitalista.


O corromper de políticos pelo poder terreno.
É droga na calçada, na Baixada e no Supremo.
Dessa farsa, dessa imagem... Dessa mídia.


 E que a falsidade faça se recolher nas entranhas ideológicas.
Na magistratura das  leis fantasmagóricas.
Que não se fazem permitir o total comprimento das normas.
De orgias pagas e nada de reformas.
E morrerás como aquele antigo ditador da Líbia.


Essa casca de tecnologia que nos envolve.
É a camada que nos permeia com a nuca no revólver.
De um suicídio moral para a colocação de máscaras.


Gritos de independência às margens plácidas putrefatas.
É grito, é dor, de mentes e de castas.
Para a construção dessa história que nos ensinam nas escolas.
Para a má formação de indivíduos.
Na pseudo construção de novas normas.

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