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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mero Ato



Ímpetos satíricos de soluções falseadas.
Emoções coerentes com o sentir das serenatas.
São vozes, são freios ou algum cinismo latente.
Seleção de palavras para existir algum rimar.
Para não se fazer coerente a canção do sonhar.
Ímpetos poéticos em vozes inconsequentes.

Como se a janela não bastasse à vista.
Ou se algum voar fosse um mero ato.
Na vista do vento.
E no sentir em pleno regozijo das falas.

Recordo vagamente as destrezas de minhas memórias.
Estáticas, infringidas pelas auroras.
De termos seletos e orquestrados.
Trazendo no seu calor o silenciar dos atos.
Fixando-se nas arestas dos antigos malogrados.
A sublime condescendência dos esquecidos.

Sabe-se da orquestra dos loucos regentes.
Nos acordes melodiosos envolventes,
Alguma canção de exílio.
Ao saber do barco e do porto.
A alma fez questão de partir.
Rumo ao infinito...

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